FASES RECOMENDADAS PARA IMPLANTAÇÃO DE
UM AERÓDROMO OU HELIPONTO


A adequação da superfície para implantação do heliponto e a interface com a geografia e empreendimentos locais, no que diz respeito a dimensões, resistência do piso, obstáculos e instalações complementares, é específica para cada local, ensejando estudos preliminares para definir sua viabilidade. Estes estudos demandam um levantamento planialtimétrico, bem como sondagens e ensaios de solo.

Uma vez definida como viável a implantação do aeródromo ou heliponto, o próximo passo é a elaboração de um projeto, a ser submetido a aprovação da ANAC, Agência Nacional de Aviação Civil, e do COMAER, Comando da Aeronáutica, para obter a autorização de sua construção.

Após a construção, o aeródromo ou heliponto é objeto de processo para inclusão no Cadastro de Aeródromos e Helipontos, cujo ato da ANAC, visa sua abertura ao tráfego aéreo através de sua homologação (se público) ou registro (se privado).

Após aberto ao tráfego aéreo, o aeródromo ou heliponto passará a ser operado e explorado de acordo com a finalidade para a qual foi concebido e construído. Evidentemente, a operação e a exploração são atividades que dependem das intenções de seus idealizadores e proprietários.

Pelas razões precedentes, para a implantação de qualquer aeródromo ou heliponto, é recomendado que a abordagem seja feita pelas seguintes fases, das quais a AERODINÂMICA oferece serviços:

[RBAC 154, RBAC 155 e ICA 11-408]